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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Pra todo fim... Um começo!

Fim de história!
Como era previsto, o amor não foi suficiente para encarar quem somos hj...
Portanto: That’s over baby!
Ahhhh... Mas não pense que foi assim tão fácil... Que não morri por dentro e pensei que não acordaria no dia seguinte... Sim... Claro... Fiz tudo o que faz uma mulher quando vê seu amor partindo:
Chorei... Supliquei que ficasse... Faltei o trabalho... E chorei um rio inteiro...
Depois tive raiva... Rasguei as fotos... Excomunguei até a última geração dele... Falei pra todos que ele não era homem pra mim... Me senti bem... E 5 minutos depois estava me debulhando em lágrimas novamente...
Escrevi o último e-mail... Tentei fazê-lo recobrar a razão... Convencê-lo que EU era a única mulher que poderia fazê-lo feliz... E depois me arrependi de ter clicado o “enviar”... E chorei mais um pouco...
Mudei meu Orkut... Troquei as fotos... Escrevi frases que sabia que ele leria... Fiz drama... Tentei uma reconciliação por chantagem emocional... (Mulher é um bicho ridículo mesmo)...
Fiz TUDO que qualquer mulher faria...
Dei tempo ao meu sofrimento... Deixei-o exercer seu ofício...
Cumpri todo o protocolo da dor amor!
AGORA CHEGA!
E hj escrevo com uma paz estranha. Um vazio... Mas esse vazio, por sua vez, não dói. Parece que a dor se acomodou... Voltou pra o lugarzinho que sempre esteve e que não incomodava... Encaixou...
Como tudo na vida se encaixa. Vida nada mais é que isso... Um grande jogo de LEGO. As pecinhas vão se unindo... E por hora perdemos uma ou outra... Então substituímos por outra... E o que ia ser uma Estrada de Ferro... Pode virar um Forte Apache... Então a história vai mudando... Se encaixando...
Sempre acontece assim comigo... Depois da tempestade, vem uma lerdeza... Uma vontade de ficar quietinha... Em silêncio... É impressionante o quanto preciso da solidão pra me reconstruir... É imperativo em minha vida, que eu reencontre sozinha. Calada.
Se ser assim é errado... Não sei... Mas só sei ser assim.
Se fosse cantar hj, cantaria: “Socorro não estou sentindo nada... Nem medo, nem calor, nem fogo... Não vai dar mais pra chorar...Nem pra rir.”
Estou em manutenção.
E não abro mão disso...
Se o que faltava para encerrar essa história era o último drinque... Ele foi sorvido até a última gota.

SALUT! E siga seu caminho em paz...

Eu vou seguir o meu... Meio que embriagada... Mas não há porre no mundo que não acabe no dia seguinte.

Sorte minha!

Beijos de um novo dia!


BAL1


Amiga... Obrigada por existir e por me saber tão melhor que eu por vezes. Tim-Tim!

3 comentários:

Anônimo disse...

A recíproca é verdadeira.
Tim Tim
Bal 2

João Pedro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Natália disse...

Nada como um dia após o outro e um novo amor para mexer com tudo o que pensavamos nao terminar jamais!
Desejo o melhor da calmaria ao seu coração nesse momento. Em outro desejarei muita euforia...